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Marketing de Guerrilha: o campo de batalha da criatividade

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O Marketing de Guerrilha é uma estratégia bastante conhecida e utilizada no mundo do marketing e da publicidade.

Empresas ao redor do mundo fazem uso da técnica para cravarem o seu lugar na mente do consumidor. Afinal de contas, quem não quer se destacar em meio à multidão?

Mas nem sempre foi assim. Quando esta “fuga” dos meios convencionais de se fazer comunicação surgiu, seu objetivo era dar uma luz, um respiro, às pequenas empresas.

Elas queriam uma chance de aparecem ao sol e o Marketing de Guerrilha era o seu passaporte para o litoral.

Mas como ele funciona, como surgiu e mais, como se tornou um dos métodos mais eficientes de abordagem?

É sobre isso que falaremos hoje. Continue a leitura e veja como fazer a diferença no seu negócio.

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Da trincheira para a comunicação

Marketing de Guerrilha é um termo criado pelo americano Jay Conrad Levinson, na década de 1970. O profissional se tornou um destaque no mercado pelas campanhas criadas para a marca de cigarros Marlboro.

A inspiração para o nome veio da Guerra do Vietnã, confronto onde os vietnamitas, por possuírem um poder de fogo muito menor que o americano, conseguiram superar suas limitações fazendo uso de táticas de guerrilha.

Levinson defendia que as empresas de pequeno e médio porte não só podem como devem competir no mercado com as grandes corporações. A única diferença, que eles precisam se atentar nesta batalha, é que, como os guerrilheiros, suas armas precisam ser mais eficazes.

Segundo ele “o Marketing de Guerrilha é uma estratégia capaz de atingir as metas convencionais, tais como lucros e alegria, com métodos não convencionais, como investir energia ao invés de dinheiro”.

Em termos populares, é uma batalha de Davi versus Golias. 

E este método é a pedra.

Como o Marketing de Guerrilha funciona?

Como vimos, o objetivo do Marketing de Guerrilha é fazer com que os pequenos negócios, com orçamentos limitados e sem muitos recursos, consigam se impor, de maneira criativa e diferenciada, perante os grandes.

E como vencer o lado “mais forte” mesmo sendo “mais fraco”? Criatividade bruta.

A alta exposição diária a diversos tipos de mídia nos deixou mais seletivos. Milhares e milhares de anúncios passam despercebidos por nossos olhos. Mas isso não acontece no Marketing de Guerrilha. Sabe por quê? Ele é impossível de ser ignorado.

Como seu foco é provocar alguma reação imediata nas pessoas, gerar uma memória positiva de longo prazo, sua mensagem fica gravada na memória.

E pode atuar de diversas maneiras, como: interativo, em lugares abertos, lugares fechados, eventos, etc. Sem falar, é claro, no seu alto potencial de se tornar um viral.

O Marketing de Guerrilha marca o target. E quem é marcado, não se esquece.

Ações que marcaram

Trouxemos aqui algumas ações recentes que podem te mostrar como uma ideia poderosa, sendo trabalhada em cima do Marketing de Guerrilha, pode fazer a diferença.

Avon: no dia 18/06/2019, em uma partida contra a Itália, pela Copa do Mundo de Futebol Feminino, na França, a atual melhor jogadora do mundo, Marta, usou um batom escuro por toda a partida. Isto é, 90 minutos de transpiração, sem borrar ou sair. Tudo para promover o mais novo batom da Avon, que promete durar por 16 horas. 

iFood e Rede Globo: na partida que aconteceu dia 01/09/2019, entre Flamengo e Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro, um anúncio apareceu de forma, no mínimo inesperada. O Cartolouco Lucas Strabko, apareceu no meio da torcida, fazendo um merchan para o iFood. O cartaz, segurado por Lucas, dizia “Luis Roberto, faça seu primeiro pedido no iFood com o cupom de desconto JOGAO15”. O objetivo foi alcançado, afinal, isso saiu em toda a mídia.

Dove: a marca trabalha muito com a interação direta com seu público. Em diversas portas duplas ao redor do mundo, foram instaladas duas palavras. De um lado, a palavra “Bonita”, na outra “Comum”. Dessa forma, ela mostra que ser bonita e ser comum é uma escolha, não uma condição.

Essas são apenas três de uma infinidade que podemos encontrar com um pequena pesquisa na internet. Quando se trata em atingir o cliente em cheio, as melhores ideias precisam surgir.

Hora de ir para a batalha

Baixo investimento e altíssimo impacto. Esta é a régua que mede o custo benefício de uma ação de guerrilha. Atrair para seu produto, serviço ou marca a atenção espontânea do público-alvo, momentos que valem mais do que ouro na indústria de comunicação.

E o melhor: esta ferramenta pode ser usada por empresas de qualquer tipo. Pequenas, médias ou grandes. A diferença é que, neste campo, todas são do mesmo tamanho e quem vai se destacar é a ideia.

É ela quem dita até onde sua ação pode ir.

Tenha uma boa sacada e vá para a batalha. Conhecendo sua artilharia e cada metro de sua trincheira, a vitória pode estar ao seu lado.

É assim que se vence um Golias.

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